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Estudo de caso: “O que pode comprometer a viragem do bebé?”

Recebemos uma chamada de uma grávida do terceiro filho muito desconcertada. Ao contrário das duas gravidezes anteriores, este bebé estava pélvico (sentado) e, depois de dois partos vaginais, não queria de todo uma cesariana.

Perguntou-me se eu a podia ajudar. Já com 34 semanas não seria muito fácil mas propus-me a tentar.

Na consulta de avaliação foi fácil de perceber porquê que o bebé não conseguia virar. Encontrava-se todo do lado esquerdo porque a musculatura sacro-lombo-pélvica direita da grávida estava demasiado tensa e as articulações com pouca mobilidade, logo não havia espaço desse lado. Associado ao trabalho terapêutico, foram também prescritos exercícios respiratórios, de alongamento e de mobilidade no domicílio.

Na segunda sessão já era notória a melhoria ao nível da zona sacro-lombo-pélvica e da própria forma da barriga. O bebé já conseguia ocupar também o lado direito.

E duas sessões foram suficientes! Às 36 semanas e 4 dias recebo uma mensagem da grávida a dizer que tinha feito ecografia e que o bebé já estava cefálico (cabeça para baixo), apresentando inclusive melhorias ao nível da quantidade de líquido amniótico!

O seguimento da grávida é importante a todos os níveis! Quer para as questões típicas da gravidez que possam desconfortar a grávida, quer para garantir que as estruturas estejam preparadas para que o processo de parto ocorra da melhor forma possível, permitindo a melhor recuperação da mãe.

O exercício é parte fundamental desta preparação (salvo contra indicação médica)!

Grávida saudável, bebé saudável!

Se tiver qualquer dúvida não hesite em contactar-nos.

Cláudia Costa | Fisioterapeuta

geral@fisioterapiatiagosilva.pt | 252 612 794 | 913 062 622

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